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	<title>AMAV &#187; mercado</title>
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	<description>Associação Mineira de Audiovisual</description>
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		<title>Mercado acumula alta de 8% até outubro</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 19:00:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mercado de comunicação registrou faturamento publicitário superior a R$ 22,8 bilhões entre janeiro e outubro deste ano, o que representou um crescimento de 7,96% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os números são do Projeto Inter-Meios, iniciativa dos meios de comunicação, coordenada pelo Meio &#38; Mensagem e auditada pela PricewaterhouseCoopers. Internet, TV [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de comunicação registrou faturamento publicitário superior a  R$ 22,8 bilhões entre janeiro e outubro deste ano, o que representou um  crescimento de 7,96% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os  números são do Projeto Inter-Meios, iniciativa dos meios de comunicação,  coordenada pelo Meio &amp; Mensagem e auditada pela  PricewaterhouseCoopers.<br />
Internet, TV por assinatura e Mídia Exterior se destacaram no período,  com crescimento percentual na casa de dois dígitos. No entanto, o meio  TV continua com a supremacia. Com alta de 8,07%, a televisão aberta  atingiu faturamento de R$ 14,4 bilhões e participação de 63,25% do bolo  publicitário nacional.<br />
A mídia impressa completa os três primeiros colocados com Jornal em  segundo lugar, com alta de 3,51% e receita de R$ 2,7 bilhões  (participação de 12,09%), e Revista, com incremento de 4,29%,  faturamento de R$ 1,6 bilhão e 7,05% do bolo.<br />
Com 5% de participação, a Internet se consolida como quarta principal  mídia do mercado. O segmento registrou alta de 22,23% e faturamento  superior a R$ 1,1 bilhão no período. A quinta posição é disputada por TV  por assinatura (4,13% do bolo), rádio (3,98%) e Mídia Exterior (3,04).<br />
A TV paga acumulou incremento da ordem de 17,47%, com receitas de R$ 944  milhões. O rádio faturou R$ 907 milhões, o que representou um número  3,29% superior ao mesmo período do ano anterior. Já Mídia Exterior – que  inclui Digital Out of Home, Mobiliário Urbano, Móvel, Outdoor e Painel –  teve alta de 12,78%, com a movimentação de R$ 694 milhões.<br />
Na contramão do mercado, Guias e Listas, com -2,14%, e Cinema, com  -5,10%, apresentaram retração. O primeiro teve faturamento de R$ 266  milhões e participação no bolo de 1,17%, enquanto o segundo teve R$ 69  milhões e 0,30, respectivamente.<br />
Com informações do Meio e Mensagem.</p>
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		<title>Datafolha: as campanhas de maior recall em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 18:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinco marcas garantiram presença em todos os rankings de lembrança em propaganda na TV, de janeiro a outubro de 2011, de acordo com a pesquisa Lembrança de Marcas na Propaganda de TV, realizada pelo Datafolha e publicada com exclusividade pelo Meio &#38; Mensagem. Casas Bahia, Skol, Coca-Cola, Brahma e Omo estiveram presentes no ranking das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco marcas garantiram presença em todos os rankings de lembrança em  propaganda na TV, de janeiro a outubro de 2011, de acordo com a pesquisa  Lembrança de Marcas na Propaganda de TV, realizada pelo Datafolha e  publicada com exclusividade pelo Meio &amp; Mensagem.<br />
Casas Bahia, Skol, Coca-Cola, Brahma e Omo estiveram presentes no  ranking das dez marcas mais lembradas em propaganda na TV, em dez meses  de 2011. Dentre elas, Skol e Casas Bahia obtiveram as taxas mais altas  de recall no ano: 13,6% em fevereiro e 15,2% em junho, respectivamente.  Em seguida, figuram Omo com 8% em fevereiro, Brahma com 8,3% em agosto e  Coca-Cola com 8,5% em setembro.<br />
De fato, o resultado obtido por Casas Bahia em junho é o maior do ano  entre as mais lembradas. Esse foi o mês de sua campanha &#8220;Quem faz nossa  história é você&#8221;, na qual seus fregueses foram chamados a protagonizar  comerciais contando suas histórias com a rede varejista.<br />
Dentre os dez meses pesquisados em 2011, Extra apareceu em nove, se  ausentando do ranking somente em agosto. Hyundai, Volkswagen e Fiat  marcam presença em seis levantamentos e Dolly em cinco, com melhor  performance em setembro (7% de recall).<br />
Com informações do Meio e Mensagem.</p>
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		<title>Mais de 41 milhões de brasileiros têm TV paga</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 18:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com 275.597 novos assinantes, o Brasil fechou novembro de 2011 com 12,4 milhões de domicílios com serviços de TV por assinatura, de acordo com dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). De cada cem domicílios, 20,7 possuem esses serviços. Considerando-se o número médio de pessoas por domicílio divulgado pelo IBGE (3,3 pessoas), mais de 41 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com 275.597 novos assinantes, o Brasil fechou novembro de 2011 com 12,4  milhões de domicílios com serviços de TV por assinatura, de acordo com  dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).<br />
De cada cem domicílios, 20,7 possuem esses serviços. Considerando-se o  número médio de pessoas por domicílio divulgado pelo IBGE (3,3 pessoas),  mais de 41 milhões de brasileiros têm acesso a TV por assinatura.<br />
O crescimento observado em novembro representa uma evolução de 2,27% em  comparação com a base de assinantes em outubro de 2011 e de 30,54% em  relação ao mês de novembro de 2010. Em 2011, o setor acumula um  crescimento de 27,37%, com a adição de 2,6 milhões de novos assinantes.<br />
Com informações do Valor Online.</p>
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		<title>EUA enfrentam guerra de gigantes por lei-antipirataria</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 16:53:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[legislação]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 1998, uma lei americana, o Digital Millennium Copyright Act, isentou provedores, ferramentas de busca e outros intermediários de responsabilidade sobre o uso, por sites e internautas, de conteúdo retirado de outras fontes em desrespeito à propriedade intelectual. Essa lei levou à ascensão de gigantes como Google e Facebook. Agora, os EUA discutem uma nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1998, uma lei americana, o Digital Millennium Copyright Act, isentou  provedores, ferramentas de busca e outros intermediários de  responsabilidade sobre o uso, por sites e internautas, de conteúdo  retirado de outras fontes em desrespeito à propriedade intelectual. Essa  lei levou à ascensão de gigantes como Google e Facebook.<br />
Agora, os EUA discutem uma nova lei, o Sopa, que determina que os mesmos  provedores, buscadores e outros impeçam o acesso a sites que permitirem  pirataria. O projeto é visto como possível marco de uma nova era de  comércio na internet, privilegiando produtores de conteúdo e ilhas de  compras como o iTunes, da Apple.  A nova legislação enfrenta a pressão contrária do Google e Facebook, mas  conta com a pressão também poderosa dos estúdios de Hollywood, das  gravadoras e até da Apple.<br />
A primeira batalha da grande guerra de lobby aconteceu na semana  passada, em uma comissão da Câmara. Para ler a matéria completa, acesse:  <a href="http://goo.gl/Az75r" target="_blank">http://goo.gl/Az75r</a><br />
Com informações da Folha Online.</p>
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		<title>Google estreia de vez no mercado musical</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 16:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oito anos depois de lançada a iTunes Store (pela Apple), o Google finalmente apresentou um concorrente à altura. No dia 16 de novembro, a empresa colocou no mercado a versão definitiva do &#8220;Music&#8221;, serviço multiplataforma de compra, venda, divulgação e compartilhamento de músicas. Em maio, durante a conferência Google I/O, o &#8220;Music Beta&#8221; foi lançado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oito anos depois de lançada a iTunes Store (pela Apple), o Google  finalmente apresentou um concorrente à altura. No dia 16 de novembro, a  empresa colocou no mercado a versão definitiva do &#8220;Music&#8221;, serviço  multiplataforma de compra, venda, divulgação e compartilhamento de  músicas.<br />
Em maio, durante a conferência Google I/O, o &#8220;Music Beta&#8221; foi lançado,  mas só agora o recurso passa a ser definitivo. Com ele, os usuários &#8211;  por enquanto só nos Estados Unidos &#8211; poderão fazer upload de até 20 mil  músicas de graça e ouvir a partir de qualquer dispositivo com Android &#8211;  ou no próprio computador.<br />
Artistas poderão vender seus álbuns por meio da Android Marketing. Para  terem os nomes incluídos no serviço, basta que tenham os direitos  garantidos sobre as músicas. Os preços de músicas variam de US$ 0,99 a  US$ 1,29; os álbuns custam US$ 9,49, segundo o The Verge.<br />
Não é surpresa que o gigante de buscas tenha estreado o Music já ligado  ao Google+. O usuário pode compartilhar sons pela rede social e, com  isso, seus amigos têm direito a ouvi-lo uma vez sem pagar nada.<br />
Estão disponíveis mais de 13 milhões de faixas de artistas da Universal  Music, Sony Music Entertainment, EMI e outros milhares de laboratórios  independentes, incluindo Merge Records, Warp Records, Matador Records,  XL Recordings e Naxos.<br />
Rolling Stones, Coldplay, Busta Rhymes, Shakira, Pearl Jam, Dave  Matthews Band e Tiësto fecharam parcerias com o Google, levando conteúdo  exclusivo para o site. Os Rolling Stones, por exemplo, colocaram no  Music o álbum &#8220;Brussels Affair&#8221; (ao vivo, de 1973), nunca lançado.<br />
Com informações do Estadão.</p>
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		<title>Cinema movimentará R$ 1,76 bilhão no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:10:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cinema nacional teve bons motivos para comemorar o Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 5 de novembro. De acordo com o Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência, o potencial de consumo do brasileiro para despesas com cinema é de R$ 1,76 bilhão. A classe B tem maior potencial de consumo: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema nacional teve bons motivos para comemorar o Dia do Cinema  Brasileiro, celebrado em 5 de novembro. De acordo com o Pyxis Consumo,  ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência, o  potencial de consumo do brasileiro para despesas com cinema é de R$ 1,76  bilhão. A classe B tem maior potencial de consumo: R$ 963,82 milhões.  Depois aparece a classe C, com R$ 386,42 milhões, a classe A, com R$  383,14 milhões e a DE, com R$ 28,88 milhões.<br />
Anualmente, o Pyxis gera estimativas de potencial de consumo para o  varejo em 50 diferentes grupos de produtos. A estimativa para os gastos  com cinema incluem número de domicílios em área urbana e potencial de  consumo per capita, por região e por classe social.<br />
A classe B, responsável por 23,5% dos domicílios urbanos do país, é a  que apresenta maior potencial de consumo neste segmento: 54,69% provêm  dela. A classe A, com 2,5% dos domicílios em áreas urbanas, responde por  21,74%. Já a classe C (50,4% dos domicílios) tem potencial de 21,93% e a  DE (23,6% dos domicílios), de apenas 1,64%.<br />
Ao analisar o consumo por regiões, o Pyxis mostra que a região Sudeste é  a que apresenta maior potencial para consumo com cinema, com 63,23%.  Nesta região, o consumo per capita, de acordo com o estudo, é de R$  14,76. Depois vem a região Nordeste (12,33% ou R$ 5,53 per capita),  seguido da região Sul (12,3% ou R$ 9,22), Centro-Oeste (8,34%% ou R$  11,54) e Norte (3,8% ou R$ 5,62).<br />
Com informações da Adnews.</p>
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		<title>Bolo publicitário brasileiro aponta faturamento de R$ 17,6 bilhões nos primeiros meses do ano</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O bolo publicitário brasileiro acumula crescimento de 5,86% nos primeiros oito meses do ano, superando a casa de R$ 17,6 bilhões de faturamento, de acordo com o Projeto Inter-Meios, feito em parceria entre o Meio &#38; Mensagem e a PricewaterhouseCoopers, com informações fornecidas pelos próprios veículos. O desempenho em agosto na comparação com o ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O bolo publicitário brasileiro acumula crescimento de 5,86% nos  primeiros oito meses do ano, superando a casa de R$ 17,6 bilhões de  faturamento, de acordo com o Projeto Inter-Meios, feito em parceria  entre o Meio &amp; Mensagem e a PricewaterhouseCoopers, com informações  fornecidas pelos próprios veículos. O desempenho em agosto na comparação  com o ano passado foi ainda melhor. O setor registrou alta de 15,5%,  com investimentos em mídia de mais de R$ 2,4 bilhões. Internet, com  19,25%; TV por assinatura, com 15,4%; e Mídia Exterior, com 13,23%,  foram as mídias que registram maior crescimento percentual no acumulado  do ano. Apenas Guias e Listas apresentaram números negativos (queda de  2,72%). A TV continua como o principal meio. Com alta de 5,45%, a  televisão atingiu faturamento de R$ 11,1 bilhões, o que representa  63,25% de todo o bolo publicitário.<br />
Na sequência aparecem jornal, com 12,3% de participação (com faturamento  de R$ 2,1 bilhões e crescimento de 2,03%); revista, com 6,94% (receita  de R$ 1,2 bilhão e alta de 5,22%) e internet, com uma fatia de 4,87% e  faturamento de R$ 857,9 milhões. Rádio e TV por assinatura aparecem  empatados, tecnicamente, com 4,01% do bolo (o primeiro com alta de 0,57%  e faturamento de R$ 706,6 milhões, e a segunda com R$ 705,1 milhões.<br />
A Mídia Exterior registrou faturamento total de R$ 546,2 milhões, o que  corresponde a 3,10% do setor. O resultado do meio foi puxado,  principalmente, pelo desempenho de Painel (crescimento de 39,27%), Móvel  (25,67%), Mobiliário Urbano (17,97%) e Digital Out of Home (14,77%).  Apenas Outdoor não teve incremento na casa de dois dígitos – a alta foi  de 8,27%.<br />
Com informações do Projeto Inter-Meios – Meio &amp; Mensagem.</p>
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		<title>Universal e Sony compram EMI por US$ 4,1 bilhões</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:06:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A gravadora EMI foi vendida pelo Citigroup, no dia 11 de novembro, por US$ 4,1 bilhões. A empresa foi dividida em duas. A gravadora, propriamente dita, foi arrematada pela Universal por US$ 1,9 bilhão. Já a parte de publicações ficou com um consórcio liderado pela Sony, por US$ 2,2 bilhões, informa o Portal Exame. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gravadora EMI foi vendida pelo Citigroup, no dia 11 de novembro, por US$ 4,1 bilhões.<br />
A empresa foi dividida em duas. A gravadora, propriamente dita, foi  arrematada pela Universal por US$ 1,9 bilhão. Já a parte de publicações  ficou com um consórcio liderado pela Sony, por US$ 2,2 bilhões, informa o  Portal Exame.<br />
De acordo com a imprensa internacional, o valor total do negócio ficou  acima das expectativas do mercado. Os analistas estavam céticos quanto  ao interesse dos compradores de apostar alto em um mercado &#8211; o de música  &#8211; que passa por uma profunda transformação. Outra razão é a atual crise  mundial, que já enxugou o crédito para as empresas e, portanto,  dificulta a obtenção de grandes somas para bancar aquisições de vulto.<br />
A EMI foi comprada pelo Citigroup em fevereiro, quando sua antiga  controladora, a Terra Firma Capital, resolveu sair do negócio. A Terra  Firma havia comprado a gravadora em 2007.<br />
Com informações do Portal Exame.</p>
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		<title>Música online vai movimentar US$ 6,3 bilhões em 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa do Gartner, divulgada no dia 8 de novembro, as receitas globais dos serviços de música on-line vão somar US$ 6,3 bilhões em 2011. Em 2010, o segmento movimentou US$ 5,9 bilhões. Em uma base de comparação, os gastos dos consumidores com música em mídias físicas (CDs e LPs) devem cair de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa do Gartner, divulgada no dia 8 de novembro, as  receitas globais dos serviços de música on-line vão somar US$ 6,3  bilhões em 2011. Em 2010, o segmento movimentou US$ 5,9 bilhões.<br />
Em uma base de comparação, os gastos dos consumidores com música em  mídias físicas (CDs e LPs) devem cair de US$ 15 bilhões em 2010 para US$  10 bilhões em 2015. Segundo a consultoria responsável pela pesquisa, os  serviços de streaming vão representar 29% dos gastos dos usuários com  música on-line em 2015.<br />
&#8220;Os consumidores estão optando por dispositivos conectados, como tablets  e smartphones, e o desejo pelo acesso e consumo de música e conteúdo  está acompanhando esse crescimento. Gravadoras, artistas, editoras e  novos intermediários de distribuição estão desenvolvendo novos modelos  de negócio para atender a essa demanda&#8221;, afirma Mike McGuire,  vice-presidente de pesquisas do Gartner.<br />
Com informações do G1.</p>
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		<title>Mecenas brasileiro está entre os mais poderosos do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 03:55:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O empresário Bernardo Paz, criador do Instituto Inhotim, é o único brasileiro na lista das cem pessoas mais poderosas do mundo das artes, divulgada, no dia 13 de outubro, pela revista Art Review. Inhotim, localizado em Brumadinho (MG), cidade próxima a Belo Horizonte, tornou-se uma referência no mundo da arte contemporânea. Em recente entrevista ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O empresário Bernardo Paz, criador do Instituto Inhotim, é o único  brasileiro na lista das cem pessoas mais poderosas do mundo das artes,  divulgada, no dia 13 de outubro, pela revista Art Review.</p>
<p>Inhotim, localizado em Brumadinho (MG), cidade próxima a Belo  Horizonte, tornou-se uma referência no mundo da arte contemporânea. Em recente entrevista ao jornal &#8220;O Globo&#8221;, Bernardo Paz – 76º colocado  na lista da Art Review – disse que sua intenção era criar um local &#8220;para  a eternidade&#8221; e &#8220;onde as pessoas podem vir e trabalhar sem pressa,  cercadas de pássaros&#8221;.</p>
<p>A compilação da Art Review inclui artistas, críticos de arte, mecenas  e donos de galeria, a maioria deles de nacionalidades americana ou  europeia.</p>
<p>Para ler mais, acesse: <a href="http://tinyurl.com/5upl42x" target="_blank">http://tinyurl.com/5upl42x</a></p>
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