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	<title>AMAV &#187; legislação</title>
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	<description>Associação Mineira de Audiovisual</description>
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		<title>ANCINE publica IN sobre Registro de Obra Publicitária</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 19:01:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após passar por Consulta Pública em julho e agosto deste ano, foi publicada no dia 21 de dezembro a Instrução Normativa 95, que dispõe sobre o registro de obra audiovisual publicitária e revoga as INs 6, 21 e 33. O novo texto atualiza e aprimora os procedimentos de registro de obras audiovisuais publicitárias brasileiras e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após passar por Consulta Pública em julho e agosto deste ano, foi  publicada no dia 21 de dezembro a Instrução Normativa 95, que dispõe  sobre o registro de obra audiovisual publicitária e revoga as INs 6, 21 e  33. O novo texto atualiza e aprimora os procedimentos de registro de  obras audiovisuais publicitárias brasileiras e estrangeiras, previstos  no Artigo 28 da MP 2.228-1/01.<br />
Entre as mudanças promovidas pela nova IN merecem destaque: a  obrigatoriedade de que toda e qualquer obra audiovisual publicitária  estrangeira que venha a ser exibida no país, em qualquer segmento de  mercado, seja adaptada ao idioma português falado e escrito no Brasil  por empresa produtora brasileira registrada na ANCINE; e a revogação da  IN 6/2002, com a consequente eliminação da redução de CONDECINE para  obras com custo de produção de até R$ 10 mil.<br />
Para fins de recolhimento da CONDECINE, a IN 95 limita o número de  versões, adaptações, vinhetas e chamadas realizadas a partir de uma obra  audiovisual publicitária original, seja ela brasileira ou estrangeira,  ao máximo de cinco por registro efetuado para obra audiovisual  publicitária em geral, e ao máximo de 50 por registro efetuado para obra  audiovisual publicitária destinada à publicidade de varejo.  Ultrapassados esses limites, será necessária a realização de novo  requerimento de registro da obra publicitária original e respectivas  versões.<br />
A nova IN estabelece, ainda, novos valores de CONDECINE para as obras  audiovisuais publicitárias brasileiras filmadas ou gravadas no Brasil e  para as obras audiovisuais publicitárias estrangeiras. E define um  percentual máximo de utilização de conteúdo produzido por empresa  produtora estrangeira (&#8220;stock shot&#8221;) em obras brasileiras filmadas no  Brasil e no exterior a 20% do tempo total de duração. Para saber mais, acesse: <a href="http://goo.gl/vMhIC" target="_blank">http://goo.gl/vMhIC</a>.</p>
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		<title>Volume de comerciais de TV será controlado nos EUA. No Brasil, lei de 2001 nunca foi regulamentada</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 18:57:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A FCC (Federal Communications Comission) aprovou semana passada novas regras para a veiculação de propagandas e intervalos comerciais nos canais de TV aberta e TV paga. A partir de dezembro de 2012, os intervalos comerciais terão que ter o mesmo volume que os programas. Esta regulamentação foi implementada com base na nova lei norte-americana, sancionada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A FCC (Federal Communications Comission) aprovou semana passada novas  regras para a veiculação de propagandas e intervalos comerciais nos  canais de TV aberta e TV paga. A partir de dezembro de 2012, os  intervalos comerciais terão que ter o mesmo volume que os programas.<br />
Esta regulamentação foi implementada com base na nova lei  norte-americana, sancionada pelo presidente Obama em 2010 e conhecida  como CALM Act (Commercial Advertisement Loudness Mitigation). A agência  norte-americana levou pouco mais de um ano para regular o tema, e  concedeu outros 12 meses para que as emissoras de TV se adéquem às  normas.<br />
O barulho excessivo dos anúncios é uma reclamação dos telespectadores de  todo o mundo. No Brasil, existe a lei de 2001 (10.222 de 9/05/2001),  que determina a padronização dos sinais de TV para evitar &#8220;elevação  injustificável de volume nos intervalos comercias&#8221;. Infelizmente, isso  nunca ocorreu. Aqui, continua a não haver qualquer controle sobre o  volume dos intervalos comerciais tanto nas emissoras de TV abertas ou  pagas.<br />
Com informações da Telesíntese.</p>
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		<title>Decreto estabelece cota mínima para exibição de filmes nacionais</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 18:40:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 2012, os cinemas de todo o país terão que exibir entre três e 14 diferentes filmes nacionais de longa-metragem por um tempo mínimo que varia conforme o número de salas em funcionamento. A cota mínima de exibição consta do Decreto 7.647, assinado pela presidenta Dilma Rousseff e publicado no Diário Oficial da União do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2012, os cinemas de todo o país terão que exibir entre três e 14  diferentes filmes nacionais de longa-metragem por um tempo mínimo que  varia conforme o número de salas em funcionamento. A cota mínima de  exibição consta do Decreto 7.647, assinado pela presidenta Dilma  Rousseff e publicado no Diário Oficial da União do dia 22 de dezembro.<br />
Regulamentada pela Ancine, a chamada Cota de Tela é um instrumento legal  adotado por vários países com o objetivo de promover a competitividade e  a sustentabilidade da indústria cinematográfica nacional. No Brasil,  segundo a Ancine, a &#8220;reserva de dias&#8221; vem sendo empregada desde a década  de 1930, sendo reeditada e aprimorada anualmente conforme o  desenvolvimento e as necessidades da indústria cinematográfica. Desde a  década de 1990, a Cota de Tela é fixada por meio de decreto  presidencial.<br />
Para 2012, o decreto estabelece a cota mínima de três diferentes filmes  brasileiros a serem exibidos por pelo menos 28 dias em cinemas com  apenas uma sala. Tanto a quantidade mínima de títulos, quanto a de dias  de exibição varia conforme o número de salas do complexo de exibição. Em  estabelecimentos com 20 salas, por exemplo, a soma da exibição de ao  menos 14 diferentes filmes brasileiros terá que totalizar um mínimo de  644 dias.<br />
O número de títulos obrigatórios e de dias para 2012 é o mesmo que  vigorou este ano. O número de dias mínimos de exibição, aliás, não sofre  alterações desde 2005. No ano passado, a Ancine justificou a maior  exigência quanto à diversidade de obras pelo crescimento do número de  lançamentos anual, que aumentou de 30 títulos em 2001 para cerca de 80  novas obras no biênio 2009-2010.<br />
Com informações da Agência Brasil.</p>
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		<title>PEC da Música chega ao Senado</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 18:37:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da Câmara, Marco Maia, entregou ao presidente do Senado, José Sarney, a Proposta de Emenda Constitucional 98/07 (número na Câmara), conhecida como PEC da Música, que concede isenção tributária à produção de CDs e DVDs com músicas de autores brasileiros. Sarney prometeu acompanhar a tramitação da proposta no Senado. Espera-se que, com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Marco Maia, entregou ao presidente do Senado,  José Sarney, a Proposta de Emenda Constitucional 98/07 (número na  Câmara), conhecida como PEC da Música, que concede isenção tributária à  produção de CDs e DVDs com músicas de autores brasileiros. Sarney  prometeu acompanhar a tramitação da proposta no Senado.<br />
Espera-se que, com a isenção tributária, CDs e DVDs de artistas  brasileiros fiquem mais baratos para o consumidor, o que pode levar à  diminuição da pirataria. Vários artistas foram ao Congresso manifestar  apoio à proposta, que foi aprovada na Câmara no dia 13 de dezembro.<br />
Com informações da Agência Senado.</p>
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		<title>Projeto exige mensagem em rádio e TV sobre direitos do consumidor</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 15:32:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 1884/11, do deputado Benjamin Maranhão (PMDB-PB), que obriga emissores de rádio e de televisão a veicularem, diariamente, mensagens de interesse público sobre os direitos dos consumidores. Pela proposta, as emissoras deverão divulgar, em seu intervalo normal, quatro mensagens com duração entre 30 segundos e 1 minuto. Dessas quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara analisa o Projeto de Lei 1884/11, do deputado Benjamin Maranhão  (PMDB-PB), que obriga emissores de rádio e de televisão a veicularem,  diariamente, mensagens de interesse público sobre os direitos dos  consumidores.<br />
Pela proposta, as emissoras deverão divulgar, em seu intervalo normal,  quatro mensagens com duração entre 30 segundos e 1 minuto. Dessas quatro  mensagens, uma deverá ser apresentada entre 12h e 13h; e outra entre  20h e 21h.<br />
As mensagens deverão conter informações sobre direitos e garantias dos  consumidores, deveres dos fornecedores nas relações de consumo e consumo  consciente e preservação do meio ambiente.<br />
Segundo o projeto, a produção dos comunicados será de responsabilidade  do Poder Executivo, que deverá entregar o material às emissoras com  antecedência de 12 horas.<br />
Benjamin Maranhão afirma que essas medidas são fundamentais para  promover o consumo consciente &#8220;não só em relação aos direitos dos  consumidores e fornecedores nas relações de consumo, mas, sobretudo, sob  o ponto de vista da preservação do meio ambiente&#8221;.<br />
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões  de Defesa do Consumidor; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e  Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br />
Com informações da Agência Câmara de Notícias.</p>
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		<title>Entidades propõem divisão do contrato de elenco</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 17:01:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os advogados João Paulo Morello (Apro) e Paulo Gomes de Oliveira Filho (Abap, Aprosom, APP e Abrafoto) apresentaram o novo modelo de contratação de elenco no III Fórum de Produção Publicitária, evento que aconteceu no dia 23 de novembro, em São Paulo. O contrato foi dividido em dois. Dessa forma, as produtoras responsabilizam-se pelo contrato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os advogados João Paulo Morello (Apro) e Paulo Gomes de Oliveira Filho  (Abap, Aprosom, APP e Abrafoto) apresentaram o novo modelo de  contratação de elenco no III Fórum de Produção Publicitária, evento que  aconteceu no dia 23 de novembro, em São Paulo. O contrato foi dividido  em dois. Dessa forma, as produtoras responsabilizam-se pelo contrato de  prestação de serviços e as agências de publicidade pelo uso de imagem,  som, voz e nome (direitos conexos). Segundo os advogados, o modelo  anterior, em que todos os contratos eram feitos com a produtora, gerava  problemas para as produtoras quando a imagem do artista contratado era  utilizada além do território e em prazos previstos no contrato.<br />
Com informações da Tela Viva News.</p>
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		<title>Para regulamentar SeAC, Ancine prevê pelo menos três normas</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 16:59:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cronograma estabelecido pela Ancine para a regulamentação da Lei 12485/2011 (Lei do SeAC) prevê não apenas um regulamento (ou instrução normativa), mas pelo menos três. A primeira instrução normativa tratará da exploração da atividade audiovisual pelas operadoras do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC). Este será o principal regulamento, que tratará dos princípios gerais, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cronograma estabelecido pela Ancine para a regulamentação da Lei  12485/2011 (Lei do SeAC) prevê não apenas um regulamento (ou instrução  normativa), mas pelo menos três. A primeira instrução normativa tratará  da exploração da atividade audiovisual pelas operadoras do Serviço de  Acesso Condicionado (SeAC). Este será o principal regulamento, que  tratará dos princípios gerais, da classificação dos conteúdos e a  aferição das cotas, das regras de relacionamento entre setores,  informações a serem colocadas na Internet, aquisição de eventos e  talentos, sanções e das regras de transição.<br />
Outra instrução normativa tratará das regras de credenciamento para  produtores, as regras editoriais de classificação dos conteúdos dentro  dos critérios estabelecidos por lei e outras questões relacionadas  diretamente aos produtores de conteúdo.<br />
Outra regulamentação, na verdade uma Resolução de Diretoria Colegiada  (RDC), deve tratar do recolhimento da Condecine pelas empresas de  telecomunicações. O fato gerador desta Contribuição começa em janeiro de  2012 e o recolhimento efetivo deve ser feito até março do próximo ano.<br />
Com informações da Tela Viva News.</p>
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		<title>EUA enfrentam guerra de gigantes por lei-antipirataria</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 16:53:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 1998, uma lei americana, o Digital Millennium Copyright Act, isentou provedores, ferramentas de busca e outros intermediários de responsabilidade sobre o uso, por sites e internautas, de conteúdo retirado de outras fontes em desrespeito à propriedade intelectual. Essa lei levou à ascensão de gigantes como Google e Facebook. Agora, os EUA discutem uma nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1998, uma lei americana, o Digital Millennium Copyright Act, isentou  provedores, ferramentas de busca e outros intermediários de  responsabilidade sobre o uso, por sites e internautas, de conteúdo  retirado de outras fontes em desrespeito à propriedade intelectual. Essa  lei levou à ascensão de gigantes como Google e Facebook.<br />
Agora, os EUA discutem uma nova lei, o Sopa, que determina que os mesmos  provedores, buscadores e outros impeçam o acesso a sites que permitirem  pirataria. O projeto é visto como possível marco de uma nova era de  comércio na internet, privilegiando produtores de conteúdo e ilhas de  compras como o iTunes, da Apple.  A nova legislação enfrenta a pressão contrária do Google e Facebook, mas  conta com a pressão também poderosa dos estúdios de Hollywood, das  gravadoras e até da Apple.<br />
A primeira batalha da grande guerra de lobby aconteceu na semana  passada, em uma comissão da Câmara. Para ler a matéria completa, acesse:  <a href="http://goo.gl/Az75r" target="_blank">http://goo.gl/Az75r</a><br />
Com informações da Folha Online.</p>
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		<title>Promulgado acordo de coprodução entre Brasil e Índia</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:10:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Produtores de audiovisual do Brasil e da Índia poderão, a partir de agora, realizar obras em conjunto usufruindo dos benefícios previstos no Decreto 7.597, promulgado em 1º de novembro de 2011. Para que uma obra audiovisual seja considerada coprodução Brasil-Índia, cada uma das partes deverá contribuir financeira, técnica ou artisticamente com, no mínim, 20% do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Produtores de audiovisual do Brasil e da Índia poderão, a partir de  agora, realizar obras em conjunto usufruindo dos benefícios previstos no  Decreto 7.597, promulgado em 1º de novembro de 2011.<br />
Para que uma obra audiovisual seja considerada coprodução Brasil-Índia,  cada uma das partes deverá contribuir financeira, técnica ou  artisticamente com, no mínim, 20% do orçamento total previsto.  Também é  necessário que os órgãos competentes de cada país sejam informados do  interesse em gozar dos benefícios do acordo no prazo mínimo de 60 dias,  antes do início das filmagens.<br />
O acordo prevê que as filmagens não precisam necessariamente acontecer  no Brasil ou na Índia, podendo ser aprovada a locação em um país  diferente daquele dos coprodutores. No entanto, os roteiristas, diretor,  atores e demais membros da equipe técnica e artística devem ser  residentes permanentes, assim como ter nacionalidade de um dos dois  países. No caso de locação aprovada em um terceiro país, só poderão ser  empregados figurantes e pessoal de equipe adicional.<br />
Com informações do site da Ancine.</p>
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		<title>Anunciantes se queixam de taxa maior para publicidade importada</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aumento da taxa para a veiculação de filmes publicitários produzidos no exterior provocou um racha no meio publicitário. Enquanto a associação das agências apoia a medida, os anunciantes resolveram centrar forças no Congresso. Eles tentam alterar o texto da medida provisória 545, que amplia receitas e atribuições da Ancine. A MP deve ser votada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento da taxa para a veiculação de filmes publicitários produzidos  no exterior provocou um racha no meio publicitário. Enquanto a  associação das agências apoia a medida, os anunciantes resolveram  centrar forças no Congresso.<br />
Eles tentam alterar o texto da medida provisória 545, que amplia  receitas e atribuições da Ancine. A MP deve ser votada até o fim do ano.<br />
Desde a criação da Ancine, em 2001, produtoras de filmes publicitários  ganharam uma proteção contra a concorrência estrangeira: para ser  veiculado no Brasil, o filme estrangeiro paga R$ 80 mil. Filmes  adaptados, que demandam alguma finalização no país, R$ 50 mil.<br />
Os recursos, assim como a taxa de R$ 1.700 paga pelas produções  nacionais, são a principal fonte de receita da Condecine, contribuição  para o desenvolvimento do cinema nacional.<br />
A nova MP aumenta a taxa para produções estrangeiras para R$ 200 mil e  acaba com a figura da obra estrangeira adaptada. Esses valores não eram  reajustados desde 2001.<br />
A discussão de valores da Condecine foi motivada pela Ley de Los Medios  da Argentina, que estabelece regras para a imprensa e que proíbe a  veiculação de filmes publicitários estrangeiros. O Brasil, depois de uma  gestão do governo e por conta do Mercosul, ficou fora da proibição.<br />
&#8220;Entendemos que a propaganda tem que ter a cara do Brasil&#8221;, diz Luiz  Lara, presidente da Abap, a associação das agências de publicidade.  &#8220;Eventuais distorções têm de ser discutidas no Fórum da Produção.&#8221;<br />
O Fórum é um encontro em que se discute a autorregulamentação do setor e  está marcado para o dia 23, em São Paulo. Há duas semanas, a ABA se  desligou do Fórum por discordar da taxa maior.<br />
Leyla Fernandes, presidente da Apro, associação das produtoras, diz que o  setor já perdeu R$ 450 milhões em decorrência da concorrência  estrangeira, deixando de gerar 69 mil empregos.<br />
Com informações da Folha de S. Paulo.</p>
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